terça-feira, 30 de outubro de 2012

Uma estratégia antiliberal e antijudaizante




Existem pragas cíclicas que assolam a Igreja de Cristo através da sua História. O atrevimento dos falsos mestres não tem limites. Por isso, vez por outra uma velha heresia é requentada e apresentada como uma grande novidade, a “bola da vez”.

Atualmente, dois dos grandes perigos que andam rondado o rebanho de Deus são a teologia liberal (ou o “novo liberalismo”, como prefere chamar Augustus Nicodemus) e o judaísmo messiânico.  Nenhum deles é novo. O primeiro, que aglutina debaixo do mesmo guarda-chuva aqueles que negam a autoridade das Escrituras como a Palavra de Deus, é muito mais antigo do que qualquer movimento acadêmico. Ele teve sua origem no Jardim do Éden: “É assim que Deus disse?” foi a pergunta do pai da Teologia Liberal, a Antiga Serpente. O “judaísmo messiânico” também não é novidade. Já havia causado estragos no começo da igreja. No tempo dos Atos dos Apóstolos, houve até um concílio convocado para dar uma resposta e um “basta” ao partido dos “da circuncisão” ou “dos judaizantes”. Uma carta aos Gálatas foi escrita para combater estas doutrinas.

Sobre ambos falaremos nas próximas postagens. Por hora, queremos sugerir algumas atitudes que pastores e líderes devem tomar à luz desta confusão. São coisas simples, mas porque foram esquecidas, acabaram por dar espaço para que o mal começasse a se sentir “em casa” em muitas comunidades cristãs. E esta é o principal assunto que motiva esta série. Por que estamos assistindo passivamente à chegada desses falsos ensinos em nosso meio? Por que estamos entregando nossos jovens vocacionados “de mão beijada” a faculdades “teológicas”, cursos e atividades onde se propagam estes ensinos? O que é feito do nosso Ensino Bíblico?

Por isso, antes de mais nada, entendemos ser necessário conclamar pastores, líderes e professores DAS IGREJAS a uma reflexão profunda e séria. O maior problema não é o surgimento de falsos mestres e heresias: eles sempre estiveram por aí. A questão é que se não vacinarmos o rebanho, eles se tornarão presas fáceis nas mãos de gente inescrupulosa, que perdeu a fé (ou nunca a teve) ou que, no mínimo, tal como Apolo, ainda não aprendeu com exatidão o caminho de Deus (Atos 18:26).

1. Não terceirize o ensino bíblico. Uma das funções de uma igreja local é transmitir à sua membresia o que ela crê, como ela crê e porque ela crê. Só que é mais fácil mandar os crentes para um Congresso ou dar o endereço de um site do que desenvolver ferramentas que permita fazer isso ali mesmo. Nada contra a preparação formal. Mas a verdade é que a cada dia que passa assistimos a chegada de uma geração completamente analfabeta de Bíblia. Isso é prato cheio para o falso ensinador. Sua função como pastor/presbítero/bispo é esta. Você não pode passar para outro, assim como um pai não pode esperar que a igreja eduque seus filhos.

2. Verifique de que fonte seu rebanho está bebendo. Quando você manda um jovem para um seminário teológico ou para participar de um curso, você se preocupa em conhecer a linha doutrinária daquela pessoa ou instituição? Ou você prefere dar de ombros e dizer “analise tudo e retenha o que é bom?” Primeiro, porque o que Paulo está ensinando não se aplica a esta situação; ele não está dizendo que você deve sentar para ouvir um falso ensino, porque no meio disso alguma coisa vai ser aproveitada. Quanto ao falso ensino, os apóstolos sempre foram enfáticos: não há diálogo, outro evangelho é anátema. Ponto final. Sua obrigação como quem vela por suas almas é assegurar-se até quanto for possível de que não estão misturando veneno na comida. Não nada de bom a reter em um copo de veneno!

3. Conheça o que está acontecendo ao seu redor. Temos uma tendência de nos envolver tanto com a nossa realidade existencial, que muitas vezes não nos damos conta de que há um mundo efervescendo em volta de nós. Muitas pessoas nem sabem ainda que existem faculdades teológicas ensinando que Jó foi um personagem literário e não real; que Deus não é soberano, nem onisciente; que a Bíblia não passa de um documento cultural etc. Sim, estão ensinando isso e muito mais. Nos livros, palestras, blogs,  salas de aula, chats e fóruns. Talvez até estejam ensinando em uma de suas classes de escola bíblica dominical. E você nem sabe. Está na hora de se atualizar um pouco do que se passa. Senão, daqui a pouco quando você acordar poderá ser muito tarde para evitar uma catástrofe.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Dica de livro

O livro Legado, seu presente para o futuro analisa a história de Davi, um homem que começou sua vida com simplicidade e humildade e terminou-a deixando um grande legado. 

Com prefácio de Heleny de Paula Vassão Aitken, capelã hospitalar, o livro de 120 páginas discorre sobre os fatos marcantes na vida deste servo de Deus que marcou a sua geração e deixou-nos um grande exemplo de como viver uma vida que vale a pena.

O livro pode ser encontrado no site da editora Ampliar (http://www.livrariasampliar.com.br/), que  também disponibilizou o livro em formato digital ao preço de R$ 5,90. Para comprar acesse http://www.livrariasampliar.com.br/legado.html

Abraço e boa leitura!



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quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Esquimós, ovelhas, leões-marinhos e a contextualização!

Por Josemar Bessa

A definição da palavra contextualização na igreja hoje tende a ser obscura e muito aberta. É um daqueles jargões populares que é definido de forma diferente a cada vez que alguém o explica ou tenta defender.

Inicialmente, contextualização geralmente começa por um ponto óbvio, que para atravessar barreiras linguísticas e culturais de forma eficaz, precisamos traduzir e ilustrar nossa mensagem de forma que seja adequada para a compreensão das pessoas ou grupos que desejamos alcançar. Ou seja, que contextualização implica em nada mais do que a tradução e ilustração – se fosse apenas isso toda a discussão seria supérflua e a palavra contextualização não seria defendida com uma paixão que as palavras, regeneração, expiação, justificação... não são.

Hoje ela significa muito mais do que a tradução e ilustração das verdades bíblicas.

Num primeiro momento, a ideia de contextualização ganhou força entre os evangélicos no campo da tradução da Bíblia, e é fácil perceber o porque. Por exemplo, se você pregar a palavra de Deus a uma cultura esquimó, onde eles não tem ideia do que são ovelhas, você precisa ( pelo menos essa é a ideia ) encontrar uma maneira de explicar todas as referências em termos pastorais que os esquimós possam entender. Por exemplo o Salmo 100.3 – “Nós somos o seu povo e ovelhas do seu pasto” – Um esquimó teria dificuldade de visualizar, algo que outros povos não teriam.

Então, em um caso real, um grupo de tradutores da Bíblia trabalhando na língua esquimó traduziram a palavra “ovelha” como “caribus”... em toda a Escritura. Apesar disso, como explicar exatamente o Salmo 23 dessa forma? Seria mais fácil ensinar aos esquimós o que são ovelhas. Eu por exemplo, nasci no Rio de Janeiro e não tinha contado nenhum com neve na minha vida. Meu pai para me ensinar  que Deus tornaria o meu pecado mais alvo que a neve, simplesmente me ensinou o que era neve. E também nunca vivi num contexto de contato com ovelhas mas simplesmente me ensinaram o que era. Quando meu pai me ensinou que Cristo era o “leão da tribo de Judá” – era óbvio que eu não tinha contato com o animal africano – mas foi mais fácil me ensinar o que é um leão do que tentar "contextualizar" com os animais que eu tinha contato. Então veja, olhamos só um exemplo de contextualização verbal que por fim, obscurece mais do que esclarece. Mas o que temos hoje é algo muito pior.

A estratégia pós-moderna missional de contextualização sempre parece envolver abraçar os valores da cultura alvo. Ouça aqueles que mais falam sobre “contextualizar”, como se fosse um mantra de tão repetitivo, e veja que com a ideia de tornar o evangelho “mais claro”, às vezes deliberadamente, às vezes inconscientemente, envolve fazer com que o cristianismo pareça mais familiar e mais confortável e muito menoscontra-cultural.

Então o que é dito é que a contextualização adequada envolve, pelo menos “temporariamente”, adotar qualquer visão de mundo das pessoas ou grupos que queremos alcançar, de modo que a partir desse ponto, possamos falar com eles como parte do grupo, e não como estranhos ou estrangeiros.

Na verdade então, a contextualização vai muito além de traduzir e ilustrar as verdades. Também vai muito além de adotar a linguagem e as convenções sociais da cultura educada, evitando certos tabus culturais. A contextualização vai muito além, e os“contextualizadores” hoje estão tentando adaptar o conteúdo da mensagem do evangelho, tanto quanto possível, a visão de mundo de qualquer subcultura que eles vejam como público-alvo. Não só os leões marinhos ou caribus se tornam substituto para as ovelhas; tolerância pós-moderna se torna um substituto aceitável para “amor cristão”.

Para resumir – a idéia não é deixar a mensagem da cruz e toda a ofensa da Verdade de Deus para o homem natural mais clara. Porque ficaria até mais claramente ofensivaao homem natural. 

Ouça atentamente o missiólogo típico, ou “plantador” de igreja que defende a ideia da contextualização como a grande descoberta para “salvar” o evangelho da irrelevância, e o que normalmente você vai ouvir é alguém tentando desesperadamente tornar o evangelho mais palatável, agradável e que se encaixe no estilo de vida do público alvo.

O entusiasmo desenfreado sobre esse tipo de "contextualização" mudou drasticamente a estratégia evangelística  - tomando como missão o como a igreja pode assimilar o mundo, tanto quanto possível; e acima de tudo, como parecer legal para o mundo(com todas as suas sub-culturas – do esquimó ao apaixonado por touradas, Vale-tudo, filosofia da tolerância...), para que todos gostem de nós.

Essa realmente é a ideia motriz que está por trás do “pregador sensível” e da abordagem da Igreja Emergente e outras. Essa ideia de “contextualização”  - ajustando o cristianismo ao mundo e seus grupos específicos, crenças existentes, valores, tradições, entretenimento... foi a “contribuição” mais “significativa” das últimas décadas para a estratégia da igreja. O que foi péssimo.

Conseguiu e está conseguindo tornar a igreja e o mundo indistinguível, indistinta na essência da visão de qual é o objetivo do evangelho centrado na glória do Deus que é santo, santo, santo. E, francamente, ineficaz como força transformadora, e sim se tornando algo moldado pelo mundo e seus valores.

A mensagem tem de ser comprometida, pois o mundo jamais vai achá-la legal! O homem odeia a verdade por um motivo muito mais profundo do que nosso vocabulário. Jesus foi um homem perfeito. Perfeito em amor e em tudo o mais que se possa imaginar. Por que Ele foi odiado neste mundo? Contextualizou errado? Não usou a linguagem da cultura?

Escute Cristo: “O mundo não vos pode odiar, mas ele me odeia a mim, porquanto deletestifico que as suas obras são más”. - João 7:7

O mundo, a não ser que o homem seja regenerado, não suporta ouvir isso: “deletestifico que as suas obras são más”. Nunca vai achar isso legal!

Quando parecer legal é um objetivo, já nos perdemos e teremos sérios problemas com a mensagem.


terça-feira, 17 de julho de 2012


Um tolo mais sábio que a nossa geração
Por Josemar Bessa

“Não se gabe quem se cinge das armas, como aquele que as descinge”. - 1 Reis 20:11

Isso poderia ser lido no livro de Provérbios e nós não acharíamos nada estranho... Mas na verdade são palavras sábias faladas por um dos homens mais tolos de toda a Bíblia, o rei Acabe.

Ele foi um dos piores reis de Israel. Ele chamava Elias de “o Perturbador de Israel” – mas na verdade ele e sua família foram responsáveis por grande ruína em Israel, eles eram os “perturbadores”. Eles insistiram na adoração a Baal, derramaram sangue inocente e foram arqui-inimigos da profeta Elias. Mas nestas palavras ele comprova o ditado que diz que mesmo um relógio quebrado está duas vezes certo a cada dia.

E assim nós temos uma pérola de sabedoria saindo dos lábios de Acabe: “Não se gabe quem se cinge das armas, como aquele que as descinge”. - 1 Reis 20:11

Ele disse isso ao rei Ben-Hadade, que tinha sitiado Israel e achava que tomaria a capital sem a menor dificuldade. Tão grande era sua arrogância e confiança que ele mandou uma mensagem para Acabe: “Sua prata, seu ouro, sua riquezas agora são minhas; suas mulheres mais bonitas e os melhores jovens e crianças me pertencem também e vou tomá-los...”

Olhando apenas para as circunstâncias, ele parecia ter razão. Acabe não tinha direito a uma esperança legítima de romper o cerco feito por Bem-Hadade e vencer.

Mas Bem-Hadade esqueceu de algo que normalmente todos os homens tendem a esquecer quando pensam que tem o controle das situações, ele esqueceu que existe um Deus verdadeiro. E algo que jamais devia ser esquecido por ninguém é que Deus ama a honra do seu nome Santo. Acabe em sua estupidez, parece que pelo menos aprendeu algo no ministério incrível do profeta Elias. E com uma pitada ínfima que parece que ele ainda tinha nas verdades sobre esse Deus, de sua pena saiu o que é certamente um dos clássicos em tempos de guerra jamais registrados: ““Não se gabe quem se cinge das armas, como aquele que as descinge”. - 1 Reis 20:11

“Não se glorie”, ele está dizendo em outras palavras, “simplesmente porque você colocou seu colete de Kevlar que parece intransponível, e está com armas poderosas... para a batalha” – Você está indo para a batalha e não voltando. E você com todos os recursos pode nunca mais voltar para casa.

Isso enfureceu Bem-Hadade! Mas era de fato sabedoria. Com apenas sete mil homens Deus deu a vitória a Israel sobre a Síria como o profeta havia dito que aconteceria.

Começar algo é bom, mas não basta, temos que ir até a conclusão. Propósitos de homens tolos são quebrados todos os dias. A questão não é vestir a armadura, mas poder tirá-la no final. O diploma não é entregue na matrícula, mas no fim do curso.

Não é o que sua esposa (esposo) diz sobre você no dia do casamento que é a medida do que você é, mas o que ela diz de você 50 anos depois.

Mais vital ainda, e totalmente contrário aos nossos valores culturais fúteis, muitas vezes até mesmo na igreja, não é tanto o brilho e os reflexos da juventude que é digno de nossa celebração, mas uma vida bem vivida todo o caminho até o fim. Quando somos jovens ( ou novos na fé), estamos realmente apenas colocando nossa armadura, nos preparando para a luta. E não há motivos aí para nada a não ser a seriedade de quem tem uma batalha pela frente. Um combate, um bom combate. 

Muitos soldados bem armados não tiveram vida para tirar sua armadura no fim da batalha. Nem todos que começam a batalha a terminam: “Ora, ia com ele uma grande multidão; e, voltando-se, disse-lhe: Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo. Pois qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, Dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar” - Lucas 14:25-30

Muitos começaram a jornada cristã sem terem avaliado o preço! É isso que qualquer coisa que acrescenta homens a igreja que não seja a Regeneração produz, homens que não podem chegar ao fim.

Escute as palavras memoráveis de um velho soldado retirando finalmente sua armadura: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.
Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda”. - 2 Timóteo 4:7-8

segunda-feira, 9 de julho de 2012


O Arrependimento banido

Por Josemar Bessa

Nossa geração acredita que o culto deve ser um momento leve, descontraído, de boas dicas para a vida, auto-ajuda... Que ao fim todos devem ter experimentado sentimentos doces e agradáveis apenas, devem se sentir leves... Nada desagradável deve fazer parte do culto... fazer as pessoas se sentirem bem é o propósito. Com isso, o verdadeiro arrependimento foi banido do culto, e sem ele, não temos um verdadeiro culto:

“Agora, porém, me alegro, não porque vocês foram entristecidos, mas porque a tristeza os levou ao arrependimento. Pois vocês se entristeceram como Deus desejava, e de forma alguma foram prejudicados por nossa causa. A tristeza segundo Deus produz um arrependimento que leva à salvação e não remorso, mas a tristeza segundo o mundo produz morte”. 2 Coríntios 7:8-9

Achamos algo duro e pesado: “Chorai! Quebre seus corações!” – Pregação bíblica equilibrada em cada tema é a necessidade da hora. O estado da igreja, o estado de cada membro individual, de forma geral, na igreja de nossos dias, pede um ministério de grande despertamento sobre o arrependimento.

Um grande pregador ao ouvir Whitefield pregar disse: “Eu senti que em todo o meu ministério eu dei conforto muito cedo” – Se um pregador acha que a coisa mais importante na pregação é ter um sermão aceito e admirado por quem ouve, necessariamente irá tirar qualquer “ofensa”, desconforto, algo que leve a tristeza... deles.

O arrependimento não é produzido por corações bons em detrimento aos corações maus, o arrependimento bíblico é um dom de Deus. A natureza humana o bombeia sempre para fora de seu coração de pedra. Um sermão que move congregações ao arrependimento sob a convicção do Espírito, é um ouro fino, um artigo precioso e raro na terra em nossos dias. Assim toda a pregação se tornou fraca e isso é agravado por três fatores.

1)  O apelo do evangelismo moderno não tem sido focado em arrependimento, mas no alistamento. Mas um para o grupo...

2)  Igrejas inteiras tornaram-se simplesmente sem vontade e incapazes de aceitar a realidade da culpa pessoal ( com todo suporte que a psicologia humanista dá para isso ) e, portanto, incapazes de reconhecer sua necessidade desesperadora de arrependimento verdadeiro e bíblico.

3)   “Pecado” – é uma palavra cada vez mais raramente ouvida em nossa sociedade, exceto em caso de crimes.... As próprias igrejas não tem noção, ou negam, a união do homem com Adão, que todos nós estamos envolvidos em sua rebelião, culpa, depravação e maldição, que cada ser humano já nasce assim. Os valores humanistas corromperam os púlpitos.  O elemento central de arrependimento foi banido. O elemento central foi banido da Grande Comissão – que diz: “e que em seu nome seria pregado o arrependimento para perdão de pecados a todas as nações, começando por Jerusalém”. - Lucas 24:47

A mensagem apostólica ao mundo é um testemunho de “arrependimento para com Deus e de fé em nosso Senhor Jesus Cristo” ( Atos 20.21). Qual foi a mensagem em Atenas, para os gregos sofisticados? “No passado Deus não levou em conta essa ignorância, mas agora ordena que todos, em todo lugar, se arrependam. Pois estabeleceu um dia em que há de julgar o mundo com justiça, por meio do homem que designou. E deu provas disso a todos, ressuscitando-o dentre os mortos" - Atos 17:30-31

Assim, o arrependimento é algo que muda a mente, mudando valores, metas, propósitos, visão do pecado, horror ao pecado e não simplesmente a alguns pecados particulares... A mudança é radical, tanto interna como externamente – mente, julgamento, vontade, comportamento, estilo de vida, motivos, propósitos... tudo está envolvido. Leva o homem a ir numa direção nova e viver uma nova vida.

Considere esta definição bíblica de arrependimento feita no século XVII, quando a Verdade foi vista mais claramente que em nossos dias sombrios e a preocupação de agradar e para com a honra de Deus transcendia qualquer desejo de agradar a uma congregação ou aos homens:

Movido pelo reconhecimento e sentimento, não só do perigo, mas também da impureza e odiosidade do pecado como contrários à santa natureza e justa lei de Deus; apreendendo a misericórdia divina manifestada em Cristo aos que são penitentes, o pecador pelo arrependimento, de tal maneira sente e aborrece os seus pecados, que, deixando-os, se volta para Deus, tencionando e procurando andar com ele em todos os caminhos dos seus mandamentos - Ezeq. 18:30-31 e 34:31; Sal.51:4; Jer. 31:18-19; II Cor.7:11; Sal. 119:6, 59, 106; Mat. 21:28-29.

Ainda que não devemos confiar no arrependimento como sendo de algum modo uma satisfação pelo pecado ou em qualquer sentido a causa do perdão dele, o que é ato da livre graça de Deus em Cristo, contudo, ele é de tal modo necessário aos pecadores, que sem ele ninguém poderá esperar o perdão - Ez. 36:31-32 e 16:63; Os. 14:2, 4; Rom. 3:24; Ef. 1: 7; Luc. 13:3, S; At. 17:30,31.

Como não há pecado tão pequeno que não mereça a condenação, assim também não há pecado tão grande que possa trazer a condenação sobre os que se arrependem verdadeiramente - Rom. 6:23; Mat. 12:36; Isa. 55: 7; Rom. 8:1; Isa. 1: 18.,

Os homens não devem se contentar com um arrependimento geral, mas é dever de todos procurar arrepender-se particularmente de cada um dos seus pecados - Sal. 19:13; Luc. 19:8; I Tim. 1:13, 15.

Isso é o que a Bíblia ensina, esse é o arrependimento que desejamos, e é isso que nós desejamos que todos amem, acreditem e preguem a partir de seus corações.

Continuaremos neste tema em breve.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Razões para celebrar o “Dia da minha Dependência!”
Por Josemar Bessa


Nações festejam anualmente seu “Dia da Independência” – Ser independente é um anseio natural do homem. Quantos jovens sonham com a independência financeira dos pais, viver a vida como acharem melhor...

Como é diferente o que acontece no coração do homem regenerado. A história do homem natural é: “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o SENHOR fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos”. - Isaías 53:6

Em Cristo celebramos todos os dias exatamente o oposto da independência, ou seja, nossa total dependência. Todo o orgulho do homem, das nações... ao proclamarem sua independência, está morto no coração regenerado. Refletimos diariamente e nos maravilhamos com a total dependência que temos de Cristo. Isso é tão vital para nós que  todos os dias celebramos nossa dependência.

Somos dependentes de Cristo em:

Sua perfeita obediência...  pois sabemos que não podemos ir a Deus baseados em nenhum ato de justiça que possa fluir de nós mesmos: “E seja achado nele, não tendo a minha justiça que vem da lei, mas a que vem pela fé em Cristo, a saber, a justiça que vem de Deus pela fé” -  Filipenses 3:9

Sua perfeição absoluta... Porque sou pecador“Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna” - 1 Timóteo 1:1 - Sabemos que este é o padrão de Deus, porque a medida do Seu padrão é o Seu próprio Ser – e aceitar menos que perfeição absoluta seria injustiça. Deus não pode aceitar nada que não corresponda a Sua santidade: “Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção” - 1 Coríntios 1:30

Na ira de Deus satisfeita... Porque sou completamente incapaz de satisfazer a Ira eterna de Deus contra o pecado em minha vida: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça”. Romanos 1:18. E não havia apenas alguma ira sobre a minha vida, a ligação entre eu e a ira eterna de Deus era tão profunda, que a ira era minha “mãe”, eu era sua prole: “e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Efésios 2:3 – Mas do que atos, era uma questão da minha natureza. Mas então: “Ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados”. - Isaías 53:5

Da Sua justiça perfeita diante do Julgamento – Pois sou completamente injusto aos olhos de Deus – “E é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus...” – Gálatas 3.11 – Na minha completa dependência da justiça de Cristo descanso: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo” - Romanos 5:1 – Nele somente, morto para a Lei vivo para e em paz com Deus: “Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica” - Romanos 8:33

Em Sua capacidade de manter-me Salvo – Eu era incapaz de me salvar, e sou incapaz de me manter salvo – Se a salvação fosse um presente, um tesouro que eu mesmo tivesse que guardar, logo o tesouro se perderia. Mas na dependência dEle e somente nela sou guardado: “Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória” - Judas 1:24 – Celebro minha completa dependência dele em terminar o que começou: “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo” - Filipenses 1:6 – Nessa dependência descanso.

Em sua capacidade soberana de governar este mundo... para que meus dias e acontecimentos aqui não trabalhassem no sentido contrário ao meu bem eterno: “E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.” - Romanos 8:28 – Essa dependência me leva a descansar mesmo nos dias mais escuros da vida, sabendo que não existe coisas ou poderes existentes que possam trabalhar contra Seu propósito soberano: “Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?” Romanos 8:31-32

Seu amor indestrutível... Para que quando eu tropece possa ser levado ao arrependimento e não ao desespero. Para que todos os poderes contrários e todos os acontecimentos não torne turva a minha visão de que fui amado em Cristo com uma amor eterno: “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor”. - Romanos 8:35-39

O seu sangue precioso que jamais perde seu valor... Pois  seu que o clamor do sangue eterno tem um poder infinito:“Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, O qual, na verdade, em outro tempo foi conhecido, ainda antes da fundação do mundo, mas manifestado nestes últimos tempos por amor de vós” - 1 Pedro 1:18-20

É bom, portanto, declarar a total dependência do Salvador e estar livre de  toda auto-dependência. Eu celebro, celebro todos os dias o “dia da minha dependência”.

Dependência ou morte!!

domingo, 1 de julho de 2012

Cuidado com os cães!


  Por Josemar Bessa

Paulo falando de homens criados à imagem de Deus, falando inspirado pelo Espírito Santo, os chama de cães – Paulo está fazendo soar a campainha de forma mais alta possível – O grego diz: blepet, blepet, blepet...!! – “Cuidado com os cães, cuidado com esses que praticam o mal, cuidado com a falsa circuncisão!” - Filipenses 3:2

A repetição tripla é: Cuidado... cuidado... cuidado!!

Como formigas para o açúcar, como os lobos para um rebanho... os falsos mestres são atraídos para a igreja. Cristo advertiu: “"Cuidado com os falsos profetas. Eles vêm a vocês vestidos de peles de ovelhas, mas por dentro são lobos devoradores”. Mateus 7:15

Paulo advertiu os anciãos de Éfeso que a igreja naquela cidade como em todos os lugares, seria um imã para os hereges:“Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho” - Atos 20:29

Paulo amava a igreja, amava a Verdade por amar a mente de Deus, e ao ver a igreja de Filipos sobre a influência de falsas doutrinas, fez soar o alarme sonoro: “Cuidado! Cuidado! Cuidado!” – Esse repetição tripla são golpes de martelo chamando a atenção da igreja. Quão poucos homens hoje fazem o mesmo.

Falsos mestres estavam ganhando coração e mente de alguns membros na igreja em Filipos. Pareciam ovelhas, mas eram lobos. Diziam ter segredos de um vida vitoriosa, alegavam ter o segredo da vida bem-aventurada.

Paulo havia instruído aquela igreja na Verdade do Evangelho da graça, na vida voltada para a glória de Deus, na suficiência da obra perfeita de Cristo, o coração da vida de adoração a Deus... mas esses falsos mestres alegaram que isso não era onde estava o segredo da alegria de uma vida vitoriosa em Deus... Como diriam hoje, você precisa de uma revelação nova, precisa da imposição de nossas mãos nas suas cabeças, seguir esses passos e rituais, circuncisão...

Esses falsos mestres foram seguidos por muitos em Filipos. Eles ofereciam a auto-satisfação que muitos desejavam ( e ainda desejam) e sentiam que faltava. Os falsos mestres falavam, como hoje, das novas bênçãos que tinham entrado em suas vidas, a sensação de proximidade com Deus, uma nova ousadia para testemunhar, um novo poder sobre os problemas... então muitos cristãos, como fazem hoje, queriam o mesmo.

Isso estava acontecendo porque para eles não foi suficiente ter o Senhor Jesus como seu profeta, sacerdote e rei. Não foi suficiente ter Cristo como sua justiça, aceitação ao Pai, caminho livre a Deus, ser feito por Ele habitação do Espírito... Tudo que Cristo era não era suficiente. Tinha que haver mais esse maldito pacote de coisas adicionadas ao evangelho alegando a eles que depois disso que “rios” do Espírito fluiriam... As bênçãos de Deus cairiam... viria um avivamento... Deus iria tirar todos os inimigos, sofrimentos...

Você quer se sentir bem consigo mesmo? “Deixe-nos circuncidá-los e recebam a unção!” Esse era um dos segredos incríveis da vida cristã abundante ( para a qual a obra de Cristo era insuficiente ) que aqueles mestres ensinavam. Cidades inteiras foram atingidas, milhares de pessoas foram afetadas, uma carta inteira teve que ser escrita no Novo Testamento para salvar uma igreja que teve o maior de todos os apóstolos como seu pastor. A igreja da Galácia tinha ido para os cães.

Será que vivemos em dias melhores? Será que vivemos em dias mais iluminados? Hoje não vemos homens e mulheres ensinando e dando conselhos muito mais estranhos do que naqueles dias? Milhares e milhares hoje são guiados por homens que reivindicam ter um canal direto, especial e único com o mundo espiritual.

Qual é a tragédia?  Esses cães dão aos homens um substituto para o evangelho. Um substituto para Cristo ( mesmo que mantenham o nome ). Um substituto para as Escrituras. São dias perigosos, mas há poucos homens como Paulo com o martelo na mão: “blepet, blepet, blepet...!! – Cuidado! Cuidado! Cuidado!


O que Paulo disse?

1) Cuidado com esses cães! – “Os cães!” – diz Paulo. Sabemos que comumente era assim que os judeus se referiam aos gentios que estavam fora da lei – cães gentios. Assim, Paulo usa a palavra que os seus inimigos judeus usavam para diminuir os gentios incircuncisos e vira ela contra eles. Ou seja, os falsos mestres sim, são homens desprezíveis com atos desprezíveis. Imundo, imundo, uivando e rosnando como animais – Cães!

Inimigos da igreja, cães saqueadores, carniceiros que matam e chegam para destruir. São párias e selvagens! Quem dera em nossos dias o falso ensino fosse combatido com essa paixão do apóstolo Paulo! Grande destruição aconteceu num tempo em que os apóstolos ainda estavam vivos. Esses falsos mestres saíram da escuridão e invadiram e destruíram como cães imundos.


2) Cuidado com esses homens que fazem o mal! Como Paulo os chamou? – “Maus obreiros”. Eram obreiros. Não é porque alguém trabalha duro para espalhar heresias ( parecendo assim serem sinceros ), que vocês tem que jogar o discernimento de vocês fora. Jesus disse dos fariseus: “Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas, porque percorrem terra e mar para fazer um convertido e, quando conseguem, vocês o tornam duas vezes mais filho do inferno do que vocês” - Mateus 23:15

Pense no que Cristo disse. Aqueles eram dias perigosos para se navegar. Imagine um fariseu sacudindo num barco no Mediterrâneo, arriscando sua vida para converter pessoas. Zelo e sinceridade? Que diferença faz? Eles estavam fazendo pessoas filhos do inferno como eles mesmos eram.

Paulo  não negou que aqueles falsos mestres estavam trabalhando duro no que eles acreditavam. Assim como fazem terroristas islâmicos, ou como fizeram os profetas de Baal... Sinceridade não é suficiente. Se o que eles pregam afasta as pessoas da Verdade, eram filhos do inferno e sua maldade sincera aprofundava a destruição feita.


3) Cuidado com os mutiladores da carne! A circuncisão é agora uma “mutilação inútil ( como todos os “pontos” de fé hoje ) – do corpo. Ao invés desses falsos mestres, cães, terem descoberto segredos espirituais, não passam de carniceiros mutiladores. Nada que fazem e ensinam santifica ou aproxima do alvo de ser conformado a imagem de Cristo, eles simplesmente mutilam corpos de homens que estão sendo escravizados.

Essas coisas podem afetar a vida espiritual de vocês? Diz Paulo aos Filipenses. Afeta seus valores e esperanças? Dá a vocês paz de consciência e perdão? Não pode dar nada a vocês. Nada! Tanto quanto uma tatuagem não pode regenerar uma alma.

Assim Paulo é tão sincero quanto se pode ser no seu alerta aos filipenses sobre os falsos mestres. Paulo diz, eles não são amigos da salvação, são agentes da destruição. A mensagem deles não é de novo poder, nova vida, nova alegria... mas de morte. Eles não tem nada para oferecer que seja diferente do que cães raivosos e furiosos podem oferecer: Destruição!


sábado, 30 de junho de 2012

A Graça e mais nada!
Por Josemar Bessa

"Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça." Efésios 1:7

Pecadores não tem reivindicações diante de um Deus santo. Deus não lhes deve nada a não ser punição dos seus pecados. E quando Ele salva, salva tão somente por sua vontade soberana.

Por isso, quando chegamos a Deus por Sua graça, nenhuma recomendação é necessária, todo o medo é infundado e todas as dúvidas serão pecaminosas. Você não deve levar nada, seus deveres, seus esforços, suas determinações – se levar, você ficará decepcionado, porque Deus dá sua Graça livremente a cada homem que percebeu estar vazio, que está com fome e disposto.

Por que é assim? Porque se o homem está disposto a de fato receber, isso é consequência do fato inequívoco de que a disposição de Deus de dar trabalhou eficazmente antes no coração para fazê-lo disposto. Deus sempre age, Ele nunca reage.

E quando Ele decide ter misericórdia (compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia. Romanos 9:15) – essa graça é adequada para cada necessidade, para salvar e manter.

Você é fraco? Aqui está a graça para fortalecê-lo. Você pecou? Aqui está a graça para santificar você. Você está oprimido? Aqui está a graça para libertá-lo. Graça para todos os cantos do viver, graça em todos os momentos, graça em todas as circunstâncias.

A graça é para os indignos. A Graça deve ser dada livremente  ou deixa de ser graça. Esta graça será para os que o Pai traz ao Filho (“Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou o não trouxer; e eu o ressuscitarei no último dia”. – “...ninguém pode vir a mim, se por meu Pai não lhe for concedido” – João 6.44,65), o antídoto para todas as misérias, resposta a todas as objeções, resposta a todos os teus medos e conforto e encorajamento, alegria e paz.

"Porque pela graça sois salvos mediante a fé..." "Justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus," você é feito um herdeiro segundo a esperança da vida eterna.

A Graça  será apoio nas provas, conforto nas aflições e antídoto na morte.

"Ele é o Deus de toda graça" -  você continuará a ser um devedor eterno.

Falamos de Graça - graça eletiva, graça irresistível, graça perseverante, graça precedente, graça diligente, graça salvadora... e mesmo todos esses termos e outros mais, não esgotam tudo que a graça é.